Rezo, rezo e nada muda! Mas o quê está errado?

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Deus não me escuta ou eu não estou pedindo de acordo com sua vontade? 

Minha oração é fraca, ou eu preciso pagar pelos meus erros e pecados antes que Deus me atenda?

Você já se tornou uma pessoa que considera que a oração é muito importante. 

Talvez você também já tenha se tornado uma pessoa que admite que a oração é fundamental e, organizando sua vida, o tempo dedicado à oração é sempre crescente.

É bem possível que seu compromisso com Deus também tenha lhe levado a se comprometer com algumas realidades próprias da Igreja e, assim, você se engajou, se comprometeu com os movimentos, grupos de oração e tantas outras realidades que você foi reconhecendo como instrumentos de crescimento nas virtudes e adesão à fé.

É também possível que sua família até ressinta um pouco o fato de você dedicar, na compreensão deles, mais tempo para a Igreja do que que para a família.

E as perguntas continuam! 

Pois é! Chegou a hora de encontrar – ou pelo menos de começar a encontrar – respostas para estas perguntas tão essenciais para a vida cristã.

Mas o que será que está acontecendo? É sobre isso que vamos tratar claramente agora!

Propomos que você coloque diante de si duas colunas: uma diz respeito a vc; a outra diz respeito ao modo como Deus agiu e ainda age em sua vida. Vamos em frente?

Em primeiro lugar Deus o amou e foi d’Ele a iniciativa de entrar em sua vida.
Sua história com Deus está permeada de muita emoção, escolhas e decisões que você foi tomando à medida em que você foi percebendo a luz e benção de Deus em sua vida, não foi assim? Isto indica que os passos mais decisivos em sua caminhada com Deus, brotaram de suas escolhas acertadas à partir daquela experiência que foi fazendo.

Iluminado por Deus, você foi o primeiro a se enxergar, não foi?

Olhando assim vc concorda que ninguém muda ninguém, certo? Honestamente você é de acordo que, com a graça de Deus, na sua medida e compreensão dos fatos, você foi colocando sua vida de acordo com a experiência com Deus que era capaz de fazer. Ninguém o obrigou a nada… Nem Deus. Certo?

Portanto, foi e é assim que as coisas funcionam!

Vamos em frente!

De outro lado Deus aqui está Deus e Ele ama você e, francamente, Ele nunca lhe disse que você tinha ou tem que mudar. Na verdade só existe uma  proposta de Deus a seu respeito e Ele lhe pergunta todo dia, a todo momento: você aceita que Eu o ame? 

Isto significa que, da parte de Deus não existem nem expectativas e nem decepções a seu respeito. Você concorda?

Existe apenas um convite: você aceita que eu o ame?

Enquanto não dermos uma resposta a esta pergunta, vamos “descontar” nas pessoas a nossa imaturidade na relação com Deus e, quanto mais distantes nos tornamos desta experiência basal, mas exigentes e intoleráveis nos tornamos com nós mesmos e – absurdamente – com as pessoas que mais amamos.

E o que eu tenho que fazer?

É simples, funciona e exige apenas exercício diário: volte para a experiência inicial! 

Isto comporta dar seguimento àquela experiência de retorno que, de alguma forma, a gente insiste em interromper: voltar para Deus na oração!

Alguém um dia disse que “a mudança, especialmente, das pessoas que eu amo, começa em meu coração.” Nunca ouvi coisa mais acertada e, decididamente, nesta sentença a gente pode resumir a razão de não vermos resultados em nossas empreendimentos evangelizadores. A verdade é que, muito diferentes de Deus, temos grandes expectativas, nos decepcionamos facilmente, e insistimos que as pessoas mudem sem lhes dar a oportunidade que tivemos, o quê, na prática significa que não sabemos, ainda, ofertar uma experiência de puro amor.

Vamos começar de novo?


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